Projeto de lei do senador Marcelo Castro altera o Código de Defesa do Consumidor e dobra de 7 para 14 dias o período de desistência para pessoas idosas
Proposta assegura atendimento digno e especializado a vítimas de violência
Médico por formação, o parlamentar destacou que a iniciativa representa um avanço
Iniciou sua vida pública
Em 1982, elegeu-se deputado estadual pela primeira vez, já no PMDB. Foi eleito para o mesmo cargo ainda em 1986 e 1990, sempre defendendo a bandeira do municipalismo. Por sua relevante atuação no Legislativo Estadual, foi convidado a ser presidente do Instituto de Assistência e Previdência do Estado do Piauí (Iapep), quando saneou o órgão e revitalizou o Plamta
Foi eleito para o cargo de deputado federal, sempre com expressivas votações e focando sua atividade parlamentar na melhoria da infraestrutura dos municípios piauienses, com destinação de recursos para barragens, adutoras, saneamento e rodovias.
Neste período, assumiu o cargo de secretário estadual de Agricultura, incentivando o desenvolvimento do Cerrado e do Semiárido, tendo sido idealizador da rodovia Transcerrado e tendo implantado o programa do Caju.
Na Câmara Federal assumiu postos de destaque, como a Presidência da chamada CPI do Apagão Aéreo e a Relatoria da Comissão Especial para a Reforma Política, além de ter sido autor da Emenda Constitucional que prevê a divisão equitativa entre os estados dos royalties oriundos da exploração de petróleo na camada pré-sal.
No Executivo, além das experiências nas áreas de Previdência e Agricultura, foi Ministro da Saúde no governo de Dilma Rousseff, de outubro de de 2015 a abril de 2016. À frente da pasta, investiu no fortalecimento do Sistema Único de Saúde, a descentralização da saúde no Piauí, com o incremento do atendimento nos polos regionais e foi elogiado pela Organização Mundial da Saúde pelas medidas adotadas no enfrentamento à 1ª epidemia do zica vírus no Brasil.
É o atual presidente da Executiva Estadual do MDB. Em 2018, foi eleito Senador da República pelo estado do Piauí. Já no início do seu mandato em 2019 assumiu posições importantes como a presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional.
Iniciou sua vida pública
Em 1982, elegeu-se deputado estadual pela primeira vez, já no PMDB. Foi eleito para o mesmo cargo ainda em 1986 e 1990, sempre defendendo a bandeira do municipalismo. Por sua relevante atuação no Legislativo Estadual, foi convidado a ser presidente do Instituto de Assistência e Previdência do Estado do Piauí (Iapep), quando saneou o órgão e revitalizou o Plamta
Foi eleito para o cargo de deputado federal, sempre com expressivas votações e focando sua atividade parlamentar na melhoria da infraestrutura dos municípios piauienses, com destinação de recursos para barragens, adutoras, saneamento e rodovias.
Neste período, assumiu o cargo de secretário estadual de Agricultura, incentivando o desenvolvimento do Cerrado e do Semiárido, tendo sido idealizador da rodovia Transcerrado e tendo implantado o programa do Caju.
Na Câmara Federal assumiu postos de destaque, como a Presidência da chamada CPI do Apagão Aéreo e a Relatoria da Comissão Especial para a Reforma Política, além de ter sido autor da Emenda Constitucional que prevê a divisão equitativa entre os estados dos royalties oriundos da exploração de petróleo na camada pré-sal.
No Executivo, além das experiências nas áreas de Previdência e Agricultura, foi Ministro da Saúde no governo de Dilma Rousseff, de outubro de de 2015 a abril de 2016. À frente da pasta, investiu no fortalecimento do Sistema Único de Saúde, a descentralização da saúde no Piauí, com o incremento do atendimento nos polos regionais e foi elogiado pela Organização Mundial da Saúde pelas medidas adotadas no enfrentamento à 1ª epidemia do zica vírus no Brasil.
É o atual presidente da Executiva Estadual do MDB. Em 2018, foi eleito Senador da República pelo estado do Piauí. Já no início do seu mandato em 2019 assumiu posições importantes como a presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional.